Depois de cruzar o oceano pacífico durante quase 12 horas e perder um dia de vida devido ao fuso horário, chegamos na cidade dos veleiros: Auckland, na Ilha Norte da Nova Zelândia. Essa metrópole, que para nós não pareceu uma cidade muito grande, concentra o maior número de veleiros do mundo por habitante.
Logo na chegada, o Dodo ficou resfriado e passamos nosso primeiro dia dormindo, era o efeito da gripe misturada ao cansaço da viagem e a adaptação ao novo horário. Também já sentimos de cara o “upgrade” dos albergues daqui, bem diferente dos que passamos na América do Sul: cozinhas espaçosas e com vários fogões, geladeiras e utensílios, salas enormes também com sofás que mais pareciam camas de tão confortáveis e largos. Um gostinho dos Estados Unidos, mas, voltando na história, a semelhança é herança da colonização britânica.
Em Auckland ficamos admirados com os gatos que encontramos nas ruas: lindos e carinhosos, inclusive um deles parecia o Garfield! Confira na foto! E com a quantidade de descendentes de indianos e asiáticos, que ao contrário do que imaginei no início, estão aqui há mais de um século! São vários os restaurantes de comida típica desses países, não vimos comida típica da Nova Zelândia… Entramos em crise com a quantidade de informações turísticas (cartazes, panfletos, guias, prateleiras cheias em toda parte), que nos deixavam mais perdidos com as suas inúmeras ofertas de atividades, fica claro que esta é a principal atividade econômica daqui. Outra crise foram as idas aos supermercados, super completos! Acredito que não é preciso repetir o tipo de refeição durante um ano inteiro! Tivemos que ser rigorosos no orçamento, mas matamos a vontade de algumas coisas, como “snikers” e panquecas com “syrup”.
Ainda em Auckland subimos na famosa torre de 328 metros de altura que se vê de todo canto da Cidade, inclusive chegando de avião, a Sky Tower! Fomos em dois dos níveis mais altos disponíveis para visitação e tivemos uma bela vista panorâmica de 360 graus! Muito legal! Andamos sobre um piso de vidro de onde podíamos enxergar os carros lá em baixo, deu um friozinho na barriga…Até ali eles apelam para as aventuras radicais, disponibilizando que pessoas caminhem numa plataforma que circula a torre, ao ar livre, presos em um cabo de aço, a 194 metros do chão. Outra opção é saltar da mesma altura, tipo bung jump, porém preso em dois cabos que permitem que seu corpo vá na horizontal durante a queda.
Para completar, descobrimos aqui uma rádio, a Rhema, da Rhema Broadcasting Group, que nos lembrou a nossa favorita dos Estados Unidos, e arriscamos o pedido para uma visita, e não é que aceitaram? Depois de nos buscarem onde estávamos hospedados, fomos recebidos com muita alegria e disposição para um café pelo presidente deste grupo de comunicação que tem 3 rádios e um canal de TV, e pelos coordenadores de uma organização internacional liderada pela mesma, a UCB, que ajuda a abrir e sustentar rádios cristãs pelo mundo. Também fizemos um tour pela sede de 4 andares, entrando nos estúdios de rádio e tv, e ganhamos camisetas, canetas, livro e cadernos de brindes! Foi demais! Um grande privilégio!
Porém, fora todas essas experiências, dois grandes acontecimentos se passaram no Brasil enquanto estávamos ali: o nascimento da Manuela Coffy (15/03), primeira filha dos nossos grandes amigos e afilhados Tati e Coffy, e do Luan (18/03), nosso mais novo priminho, filho dos nossos primos Lidi e César! Foi triste não poder estar ali para segurar nos braços essas fofuras, mas ficamos muito felizes e gratos a Deus pela chegada deles!
Caraca! Muito legal!! Viajar com vcs é show!! Que Deus os proteja nesta empreitada!!! Não vejo a hr de ler o livro da viagem de vcs… (vcs vão ter q publicar!!!!)
bjkas
Adriana Rickli
Meu, que bom que vcs estão narrando tudo. Vocês estão no meu segundo maior sonho de conhecer e do ladinho do meu maior, Austrália. Foi muito show tudo o que vcs viram até aqui, mas o espetáculo vai começar agora… hehe Continuamos acompanhando e intercedendo pelo cuidado do Senhor sobre a vida de vcs. Deus os abençoe!!!!
Que legal, New Zealand…. toda vez q escutamos de Nova Zelândia lembramos de um filme do Anthony Hopkins – Desafiando Limites… mto legal… mas esqueci qual era a cidade q ele morava! hehehe… abração!
Gostei do churrasco grego, me lembrou a infância no centro de São Paulo. Minha mãe não me deixava comer porque achava sujo, mas quando ia pro centro com meu amigo…
Eu tive um vídeo de um Eco-Challenger na Nova Zelandia muito, muito bala, a terra é de muitos contrastes. Linda como vocês a fotografaram.
Abraços e que Deus continue sendo seu guia sempre, Roberto e KK